WATSU – terapia e reabilitação na água

Watsu Harold Dull

Quando aplicada na água, a técnica de massagens japonesas shiatsu ganhou um novo termo: watsu. O seu criador foi Harold Dull, poeta e professor de literatura norte-americano que nos anos 1980 começou por se interessar pelo zen shiatsu e depois o aplicou na água, no ambiente das termas naturais de Harbin, na Califórnia. Num dos livros que escreveu sobre o tema diz que são “poemas escritos na água”. E assim nasce o Watsu. Uma terapia aquática indicada para o relaxamento e reabilitação. 

A sensação de estar com o corpo a flutuar em água quente é já de si muito apaziguadora. Se aliarmos a isso uma série de alongamentos musculares, flexões sem esforço e torções, os benefícios serão ainda maiores. Ao desenvolver este método, tanto Harold Dull (que entretanto fundou a Worldwide Aquatic Bodywork Association – WABA) como os terapeutas que o seguiram perceberam que o watsu trazia alívio não só para as dores físicas como também para o estado mental de fadiga ou stress. Somos um todo e essa visão holística levada para o universo aquático tem inúmeras possibilidades. A sua escola de Harbin foi responsável pela formação de vários terapeutas e pela reabilitação física, neurológica e psicológica de centenas de pessoas. 

O método de watsu iniciado por Harold Dull foi desenvolvido e multiplicou-se por diferentes práticas hoje em dia existentes. São tantas que a certa altura se torna complexo diferenciá-las se não investigarmos as variações de movimentos em cada uma. No entanto, o fundamental a reter é que todas se baseiam num mesmo princípio: um corpo levado a flutuar sem esforço em água quente (idealmente a 35º, apesar de alguns preferirem águas “mais selvagens”), atinge um estado de liberdade e relaxamento incomparáveis, trazendo inúmeros benefícios a quem vive a experiência. O propósito é sempre criar bem-estar através da fluidez, do silêncio e da não-gravidade existente quando flutuamos. 

Para obter mais informações sobre esta técnica, clique aqui

Lançamento do nosso Blog

Com o blogue do Liquid Zome queremos criar uma rede mais próxima de amigos e conhecidos, de pessoas que já passaram por nós e com as quais criámos laços. Este será um espaço de partilha, não só daquilo que queremos contar mas também do que outros querem transmitir sobre este vasto e fascinante mundo da água. Vamos falar de watsu e de massagens, de terapias aquáticas e vertentes da hidroterapia, de flutuação e bem estar, do poder curativo da água e da forma como pode aliviar dores, cansaço e stress, entre outras maleitas. Vai ser um veículo dinâmico de comunicação (onde daremos notícias sobre workshops e retiros) e um convite ao diálogo. A todos os que nos rodeiam, queremos deixar esta palavra de acolhimento. Sintam-se livres para partilhar connosco as vossas experiências e ideias 🙂 

Para a comunidade

O nosso projecto cresceu e ao longo do tempo fomos criando uma rede de pessoas incríveis que colaboram a vários níveis. É assim que acontece naturalmente, quando nos rodeamos de talento e vontade de tornar o mundo um sítio melhor. Neste nosso jardim, inserido na magia de Sintra, plantamos sementes para um futuro que vai trazer mais felicidade. E quando dizemos sementes, é também no sentido literal da palavra. Junto ao espaço octogonal do Liquid Zome fizemos crescer uma zona de horta biológica que vai tornar este projecto ainda mais sustentável. A estrutura está erguida e em breve daremos novidades sobre o que ali se vai passar.

Pela nossa porta entram desde o início terapeutas que viajam pelo mundo. São eles que nos fazem ter esta sede infinita de conhecimento, de cruzar informação e partilhar experiências. Alguns ficaram por cá, o que fez com que a nossa rede fixa de colaborações se tornasse mais ampla. 

Estamos a viver o fim de uma época difícil, em que durante largos meses não recebemos terapeutas vindos de fora. Durante este tempo, isolados e em segurança, preparámos da melhor forma este nosso refúgio, de maneira a poder recebê-los novamente. Estamos prontos para acolher mais elementos da nossa comunidade.